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sábado, 19 de novembro de 2011

Versões de músicas internacionais que fizeram sucesso!

A versão de uma música em língua estrangeira deve manter a sonoridade e a essência da letra original. De preferência salpicando referências nacionais para a canção ficar com cara de que foi feita pra nóis. Fiz umalista de versões brasileiras que eu acho que deram super certo.
Mas ao pensar nesta lista veio à minha cabeça um monte de versões catastróficas (depois farei uma listona só com estas terríveis). Uma versão que pega só o som e inventa uma letra totalmente aleatória geralmente fica ridícula. Assim como as que traduzem tudo ao pé da letra, como fez a engraçadissíma Gizele, a madoninha capixaba. Por enquanto, vamos ouvir coisa boa…
1 – No woman, no cry/ Não chores mais – Gilberto Gil sabe fazer versão. Não chores mais é uma adaptação perfeita de No woman, no cry. O jardim de Trenchtown, favela jamaicana onde Bob Marley cresceu virou “grama do Aterro (do Flamengo)”. Gil inseriu na letra ainda a angústia dos anos de 1970 em que ele próprio perdeu amigos que foram presos e “sumiram” durante a ditadura militar. Mas apesar de toda tristeza a canção, nas duas versões, pede para deixar o que passou para trás, pois tudo vai ficar bem, tudo, tudo vai dar pé.
2 – Hey Joe – A canção de Billy Roberts que ficou famosa na voz e na guitarra de Jimi Hendrix fala sobre um crime passional (ou, mais correto: de um crime de gênero; afinal quem ama não mata). O cara pega a mulher paquerando outro e sai atrás dela com uma arma na mão. A versão do Rappa (com alguns versos recitados por Marcelo D2 na gravação) faz imaginar outra cena, a da violência gerada pelo tráfico nos morro do Rio.
3 – Parate y mira/ Lourinha bombril – Como pode uma música que diz “essa crioula tem o olho azul, essa lourinha tem cabelo bombril” não ser brasileiríssima? Pois é, Herbert Vianna encheu de referências à nossa miscigenação acanção original, em espanhol, de Diego José Blanco e Fernando Javier Luis Hortal.
4 –  I want you/ É tanto – Bob Dylan lascou vários te quiero na canção (ali embaixo numa cena com Heath Ledger e Charlotte Gainsbourg, da cinebiografia Não estou lá). “Honey, I want you… I want you… I want you… so bad”. Mas aversão contida dos mineirinhos do Skank diz “é tanto, é tanto, se ao menos você soubesse, te quero tanto”. Gostei, apesar de algumas partes da versão ter ficado ininteligíveis. Como “Mas seu dândi vai de paletó chinês/ Falou comigo mais de uma vez/ Não, eu sei, não fui muito cortês com ele, não”. Ah, mesmo assim é bão.
5 – Patches/ Marvin – O músico cego americano Clarence Carter lançou Patches em 1970. Maravilhosa, triste e verdadeira como a versão em português que todo mundo conhece, dos Titãs. Porém, no original em inglês a letra lança um pouquinho de esperança para a vida do menino maltrapilho que sustenta a família miserável após a morte do pai. 
6 – If I Fell/ Pra você eu digo sim – Rita Lee fez várias versões de músicas dos Beatles. Essa ficou bem gracinha, como a original de Lennon e McCartney. Ela passou a letra do masculino para o feminino, mudou algumas coisinhas para manter a melodia, mas preservou em português o mesmo sentimento reticente que quem sofreu por amor tem ao embarcar numa nova história.  Clipe com Reynaldo Gianecchini, ôba!
7 – I Just Called To Say I Love You/ Só chamei porque te amo – Adoro esta canção de Stevier Wonder. Sabe quando toca no rádio (naqueles programas do tipo “recordar é viver”) e você aumenta o som e esquece tudo? Pois é, esta sou eu ouvindo “I just called …”. Quando é assim, dificilmente a gente gosta da versão que vem depois, né?
Mas o Gilberto Gil (que sempre faz versões ótimas) conseguiu acertar. Ele pegou a mesma estrutura da canção original – que diz que não aconteceu nada demais, mas bateu aquela vontade de ligar para dizer “I love you” – e fez versos fofos como “Nem um sinal no céu, nenhum armagedom, nenhuma data especial, nenhum ET brincando aqui, no meu quintal … só chamei porque te amo”.
Pessoal, vocês se lembram de mais versões em português de músicas que fizeram sucesso lá fora? Para acrescentar a esta lista aqui só vale coisa boa, heim! Nada de sugerir “Então é Natal” com a Simone, por exemplo.
Uma semana cheia de música para todos!
Fonte: gloss.abril.com.br

Garotinho e a política dos mortos!

O que pensa que é o todo poderoso   ops! O deputado Federal Anthony Matheus (PR), disse hoje no programa entrevista marcada digo entrevista coletiva que a prefeitura de Campos é marco no Brasil em distribuição de caixões para os mortos e que outro dia ele teve a oportunidade de ir até um enterro de uma pessoa humilde (acredito eu que oportunidade seria algo bom e não algo que se faz alusão de uma ida a um enterro), e que ao chegar lá ele teria visto um vereador de oposição que teria auxiliado a família para que se consegui-se o caixão. O deputado não se teve e aproveitou para mais uma vez fazer politicagem e disse em alto e bom som que aquele caixão era cedido pela prefeitura municipal de Campos dos Goytacazes e que a cidade é marco em todo o país em distribuição de caixões e de auxílio de enterro em todo o Brasil.

Agora veja só até em cima de pessoas mortas este pessoal insiste em fazer política, cadê o respeito ao próximo? Bom eu acho que isto nem eles mesmo sabem o que é, afinal de contas uma das principais marcas do governículo municipal é a falta de respeito ao cidadão!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Como eles se tornaram símbolos e fizeram singles que embalam muitas pegações!

"Estamos unindo as classes sociais. Se, até algum tempo atrás, o [gênero] sertanejo era música consumida só pelas classes C, D e E, ele agora chegou para o público A e B. Todo mundo --rico ou pobre-- ouve a mesma música."
Quem fala é Paula Fernandes, 26, cantora e compositora mineira que acabada de alçar 1 milhão de cópias vendidas do CD e DVD "Ao Vivo".
A marca é sinal de que o novo sertanejo --chamado de sertanejo universitário, sertanejo pop ou pop rural, como a cantora prefere-- deixou de ser atração exclusiva do universo de rodeios e feiras de agronegócios.
A geração de artistas que surgiu, no começo dos anos 2000, em cidades universitárias --sobretudo em Mato Grosso do Sul e em Minas Gerais e Paraná-- ganhou adeptos e é trilha em baladas frequentadas pela elite do país.
Editoria de Arte/Folhapress
"É uma bagunça. O clima é para dançar e beijar muito na boca", diz Bruno Araújo, da dupla Juliani & Bruno, que faz show no clube Vila Country, em São Paulo.
Nesse mesmo espírito, chega a sua segunda edição o Sertanejo Pop Festival. No ano passado, o evento reuniu 33 mil pessoas. Neste ano espera-se 40 mil em dois dias.
Marcados para este fim de semana, na Chácara do Jockey, os shows são produzidos pela XYZ Live, mesma empresa que trouxe Amy Winehouse ao país em janeiro, no festival Summer Soul.
São 11 atrações, incluindo os líderes de arrecadação do Ecad: as duplas Victor & Leo e Fernando & Sorocaba.
"Hoje, o público do sertanejo é universitário e tem bom poder aquisitivo", diz Paulo Octavio Almeida, diretor do festival. "Até dois anos atrás, o máximo que esses artistas podiam almejar era a plateia do festival de Barretos."
Envolvidos em cifras elevadas em vendas de CDs e shows, a maior parte desses artistas não têm problema em romper com a estética da música sertaneja "de raiz".
É comum a mistura de pop, baião, forró, axé e pagode na receita (leia ao lado).
"A música sertaneja propicia essas misturas", diz César Menotti, da dupla César Menotti & Fabiano, uma das precursoras dessa nova geração.
Em contrapartida, artistas das "ondas anteriores", como o axé e o pagode, vêm pegando carona no sucesso do gênero. Ivete Sangalo participa do DVD de Luan Santana. O Exaltasamba gravou com Maria Cecília & Rodolfo.
SEM CHIFRES
A nova geração sertaneja também remodelou a linguagem "poética" das canções. Se antes o amor e a vida no campo eram o foco, hoje as letras abordam temas como internet e, com mais sucesso, "pegar geral na balada".
"Eu não aguentava mais aquelas histórias do cara que vai para a roça e toma um par de chifres", diz Sorocaba.
Chitãozinho, que há 30 anos transformou a música sertaneja em fenômeno mercadológico ao lado de Xororó, é favorável às mudanças.
"Na nossa época, as duplas eram formadas na fazenda, enquanto trabalhavam na lavoura. Hoje, os sertanejos se conhecem na faculdade e trazem esse caráter urbano para a música deles", diz.
O veterano ressalta a falta de preocupação dos novatos com o apuro técnico: a nova geração quer soar sempre como se fosse ao vivo.
Nesse clima, os neossertanejos vêm derrubando porteiras e ganhando terreno.
"Antigamente, uma pessoa dizia: 'Não ouço isso, é sertanejo!', muitos concordavam e davam risadas em tom de chacota", diz Leo, que faz dupla com Victor. "Agora, a pessoa que age dessa forma não acha aliados e é interpretada como preconceituosa."

domingo, 13 de novembro de 2011

Sabor de mel!

O agir de Deus é lindo
Na vida de quem é fiel
No começo tem provas amargas
Mas no fim tem o sabor do mel
Eu nunca vi um escolhido sem resposta
Porque em tudo Deus lhe mostra uma solução
Até nas cinzas ele clama e Deus atende
Lhe protege
Lhe defende
com as suas fortes mãos
Você é um escolhido
E a tua história não acaba aqui
Você pode estar chorando agora
Mas amanhã você irá sorrir.
Deus vai te levantar das cinzas e do pó
Deus vai cumprir tudo que tem te prometido
Você vai ver a mão de Deus te exaltar
Quem te vê há de falar
Ele é mesmo o escolhido.
Vão dizer que você nasceu pra vencer
Que já sabiam porque você
Tinha mesmo cara de vencedor
E que se Deus quer agir ninguém pode impedir
Então você verá cumprir cada palavra
Que o Senhor falou,
Quem te viu passar na prova
E não te ajudou
Quando ver você na benção
Vão se arrepender
Vai estar entre a plateia
E você no palco
Vai olhar e ver
Jesus brilhando em você
Quem sabe no teu pensamento
Você vai dizer
Meu Deus como vale a pena
A gente ser fiel
Na verdade a minha prova
Tinha um gosto amargo
Mas minha vitória hoje
Tem sabor de mel.
Tem sabor de mel
Tem sabor de mel
A minha vitória hoje
Tem sabor de mel.


VEMVER TV: A Geração dos Olhos Secos | Pr. Davi Marcos

VEMVER TV: A Geração dos Olhos Secos | Pr. Davi Marcos

Anorexia um mal comum da adolescência!

Mulheres, especialmente as jovens, são as que mais sofrem com a anorexia e bulimia nervosas. Tudo começa com o desejo incontrolável de perder peso até ficar pele e osso e, mesmo assim, a doente sente-se “obesa”

Modelos sempre são lembradas quando a mídia fala dos males das dietas malucas. Em 1996, duas magricelas famosas, a veterana Twiggy e a jovem Kate Moss, encontraram-se numa festa e brincaram com o fato de levarem a culpa pela anorexia e bulimia entre as mulheres. Eleita o “Rosto de 66″ aos 16 anos, Lesley Hornby foi apelidada de Twig (algo como galho frágil) e, depois, rebatizada de Twiggy. Suas medidas econômicas – 80 cm de busto, 56 cm de cintura e 80 cm de quadril – revolucionaram os conceitos estéticos na época.
Mais recentemente, as modelos brasileiras ajudaram a abolir o look anoréxico decretando a volta dos seios e das curvas. Nesse vaivém da moda, as mortais que não têm corpo perfeito fazem qualquer coisa para obtê-lo. Tanto aspirantes a modelos, quanto jovens comuns sentem-se pressionadas, e aí é que mora o perigo. Em cada dez pacientes com anorexia e bulimia nervosas, nove são do sexo feminino. As causas dessa disparidade não são totalmente conhecidas mas postulam-se aspectos sociais, psicológicos, biológicos e hormonais.
SINAL VERMELHO
Os pais devem ficar alertas e procurar ajuda ao notarem mudanças bruscas de comportamento. Exemplos típicos são os quadros de emagrecimento intenso, hábitos alimentares estranhos, recusa alimentar, retraimento social, alterações bruscas de humor e conversas que giram só em torno de dietas e calorias.
Segundo o psiquiatra Adriano Segal, fundador e coordenador do Ambulatório de Obesidade do AMBULIM – Ambulatório de Bulímia e Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, há cinco tipos de transtornos alimentares.
A anorexia nervosa está presente em algo como 1% da população feminina de maior risco: mulheres caucasianas de alto nível sócio-econômico. Sua incidência é maior entre os 14 e 18 anos de idade. Caracteriza-se por um peso abaixo do mínimo esperado (cerca de 85%) para idade e altura; interrupção do ciclo menstrual por pelo menos três meses; distorção de imagem corporal (a pessoa sente-se bem mais gorda do que está); medo intenso e recusa ativa de ganhar peso.
E o psiquiatra alerta: até 20% das vítimas deste transtorno alimentar morrem por complicações causadas por ele.
Nos casos de bulimia nervosa – que manifesta-se por volta dos 25 anos – o índice acima sobe para 5%.
Características: o peso é próximo ao normal mas há crises de compulsão alimentar (comer uma imensa quantidade de comida num pequeno intervalo de tempo de forma descontrolada).
São comuns os comportamentos inadequados para perder ou controlar o peso, como vômitos auto-induzidos, excesso de laxantes, diuréticos e outras medicações mal usadas. São típicos os jejuns prolongados, a prática excessiva de exercícios e as lavagens intestinais.
O transtorno da compulsão periódica (conhecido como comer compulsivo) surge por volta dos 30 anos e apresenta os casos descritos acima. Mas os comportamentos inadequados ora estão ausentes, ora presentes, numa freqüência insuficiente para o diagnóstico de bulimia nervosa.
Concluindo, ainda há duas doenças menos conhecidas e mais comuns na infância: picacismo (ingestão de papel, tijolo, terra) e o transtorno ruminativo da infância (regurgitação do alimento ingerido, sua “re-mastigação” e conseqüente perpetuação desse ciclo). Os cinco quadros são transtornos distintos, mas um pode se suceder a outro. Classicamente, 20% das pessoas com anorexia nervosa vão apresentar bulimia nervosa mais tarde.
TRATAMENTOS
Eles podem dar bons resultados mas são caros, tanto financeira quanto emocionalmente, já que as recaídas são freqüentes. É que tais doenças são causadas por múltiplos fatores e implicam em complicações em diversas áreas como biológica, psíquica e social. “É necessária a orientação de uma equipe multiprofissional que envolva psquiatra especializado, nutricionista, clínicos, psicólogos”. Em alguns casos, deve-se tratar paciente e família em conjunto.
O psiquiatra diz que, especialmente na bulimia e no transtorno da compulsão alimentar periódica, certas medicações disponíveis são bem eficazes, como os antidepressivos, que atuam na serotonina. “Na anorexia, o tratamento medicamentoso é menos eficaz, mas necessário para tratar doenças a ela associadas”.
Vale lembrar que as dietas sempre estão presentes no início do transtorno alimentar. Jejuns, chazinhos, ervinhas, dietas estapafúrdias, malhação excessiva e métodos “milagrosos” tão fartamente disponíveis devem ser evitados com rigor. “Curiosos, amigos, balconistas de farmácia não estão aptos a prescrever remédios”.
ALVOS FACEIS
As modelos vivem sob pressão. Implacável com as medidas, o mercado exige 90 cm de quadril. Para perder peso, elas muitas vezes arriscam a vida ao exercitarem-se horas a fio sem nada no estômago ou usando remédios e laxantes indiscriminadamente. A ex-modelo Joyce Cristina Cândido (18 anos, 1,79 m de altura e 54 quilos) passou por uma depressão, tratou-se e resolveu dar um tempo na profissão, que iniciou aos 12 anos. Hoje, mais madura, reflete sobre as armadilhas do meio. “É um absurdo ver meninas com 14, 15 anos, chegando sozinhas do interior para trabalhar em São Paulo”. Desorientadas, descuidam da alimentação e seguem as receitas das amigas para emagrecer. Segundo Joyce, os pais devem acompanhar as filhas sempre que for possível. Joyce conta casos terríveis: garotas que tiveram de tirar o intestino de tanto tomar laxantes, as que malham a noite toda em jejum e acordam às 5 da manhã para trabalhar ou as que enfiam talheres na garganta para vomitar, num quadro típico de bulimia. “Muitas se envergonham e não procuram ajuda”.
PREVENÇÃO
Atentas ao problema, algumas agências têm parcerias com equipes médicas multidisciplinares. Com palestras, apostilas e atendimento individual, as moças recebem orientação psicológica e nutricional. Na Elite Model’s, dois profissionais coordenam esse trabalho de prevenção: o psicólogo Marco Antonio De Tommaso e o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg. Psicólogo clínico pela USP, Marco Antonio, também consultor da agência L’Equipe, atende modelos entre 13 e 28 anos. Uma pesquisa feita pela Elite apontou que 97,5% das modelos sofrem de ansiedade, 87,5% de problemas de adaptação em São Paulo e 85%, com preocupações alimentares. Quando chegam às agências elas recebem uma apostila com textos que abordam temas como auto-estima, limites e desafios da carreira, depressão, postura profissional, entre outros. Como denominador comum, a maioria tem problemas de auto-imagem. “Mesmo magérrimas acham-se fora dos padrões estéticos”, resume. O psicológo trabalha o lado emocional, prevenindo problemas de alimentação, cuja raiz está na competividade -”pior que o vestibular” – e medo de fracassar na profissão.
BELEZA E SAÚDE
Há três anos o Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente da Universidade Federal de São Paulo e o Centro de Nutrição da Universidade São Marcos, assinaram um convênio com a Ford e a Elite Models. Coordenado pelo pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, o programa de saúde preventiva envolve médicos, nutricionistas, fonoaudiólogos e fisioterapeutas cobrindo problemas de saúde em geral e nutrição. Muitas começam a trabalhar aos 13 anos, em plena adolescência, fase de transformações. A maior parte apresenta hábitos alimentares inadequados e em decorrência disso, 40% queixam-se de constipação intestinal. Ao abusarem de laxantes, a dinâmica intestinal é mudada, com casos de perda de controle do esfíncter e diarréias incontroláveis.”
Vindas de pequenas cidades, às vezes sem recursos financeiros, essas garotas fazem sua própria refeição (em geral pratos rápidos, pobres em nutrientes) e abusam de doces e guloseimas. Sem contar os horários irregulares, típicos da profissão que praticamente as empurram para pizzas, salgadinhos e hambúrgueres. A alimentação pobre, somada a fatores como ansiedade, competividade, isolamento social e medo do fracasso alteram bruscamente o apetite (aumento-o ou eliminando-o). O tratamento vai depender das características pessoais como biotipo, necessidades nutricionais, horário de trabalho etc.

Fifa divulga ranking das 10 maiores torcidas do mundo!


Torcida do Flamengo: a maior de todo o mundo, segundo a FIFA.


Amigos Lancenáticos! O futebol movimenta a emoção de milhões e milhões de torcedores. A mesma vibração com as vitórias e derrotas é sentida em vários países, pois a febre desse esporte é apaixonante.

E com a globalização dos atletas, mas o aumento das transmissões pela TV e internet, essa paixão aumentou ainda mais, pois os clubes acabaram ganhando fãs em todas as partes do mundo.

E atualmente, quais são as maiores torcidas?

Segundo pesquisa recente da FIFA, três dos nossos maiores clubes (Flamengo, Corinthians e São Paulo) estão entre as 10 maiores torcidas do planeta.



1 - Flamengo (BRA) - 33 milhões


O rubro-negro hexacampeão nacional, além ter a maior torcida do Brasil, têm também a maior do mundo.




2 - Chivas (MEX) - 30,8 milhões


O centenário clube, 11 vezes campeão do país, têm a maior e mais fanática torcida do México.





3 - América (MEX) - 26,4 milhões


O adversário do Fluzão na Liberta tem a segunda maior torcida do México, e já foi 10 vezes campeão nacional.






4 - Corinthians (BRA) - 24 milhões


É a 2ª maior torcida do Brasil. O Timão vem crescendo, e se popularizou ainda mais depois das boas passagens de Tévez e Ronaldo. 






5 - Boca Juniors (ARG) - 16,4 milhões


Apesar da péssima fase atual, o time é recordista de títulos na Argentina e tem várias Libertadores no currículo.






6 - Juventus (ITA) - 16,3 milhões


"La Veccia Signora", além de ser ter a maior torcida da Itália, é também o recordista de Scudettos, com 27 conquistas.






        7 - São Paulo (BRA) - 15,3 milhões



O tricolor paulista têm a terceira maior torcida do país, e cresceu muito depois dos títulos mundiais e do hexacampeonato brasileiro.






8 - Milan (ITA) - 13,4 milhões


O atual líder do calccio tem a segunda maior torcida da Itália e é um dos clubes mais vencedores da Europa, com 7 ligas do campeões.






9 – Real Madrid (ESP) – 13,3 milhões


O maior time do século XX tem também a maior torcida da Espanha e é também recordista de títulos no país, com 31 conquistas.





10 – River Plate (ARG)- 13,2 milhões


Apesar do mau momento, o River Plate ainda é uma das maiores torcidas argentinas, e tem 34 conquistas nacionais e duas Libertadores.