Da outra vez foi o TRE-RJ que decidiu pela cassação, portanto...
É interessante relembrar que a cassação da prefeita Rosinha, em maio de 2010, neste mesmo processo, foi feito pelo Tribunal Regional, e não pelo juízo da 1ª instância.
Aliás, por conta disto é que o recurso dela naquela ocasião, só teve amparo, depois de um longo período no TSE.
Por conta disto, é plausível supor, que, a não ser que haja algum equívoco de ordem processual, seria pouco provável (mas, não impossível) que o TRE-RJ confirme a decisão anterior.
Assim sendo, a tendência aponta para que seja mesmo decidido, sobre a volta da prefeita ou não ao cargo, em liminar e/ou no mérito pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e isto poderia levar um pouco mais de tempo, ou não. A conferir!
Do Blog do Professor Roberto Moraes
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