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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O vinho!

Tudo bem que eu não sou o mesmo de seis meses atrás,
 continuo apenas com um lado fisiologista peculiar
 de todos os seres humanos. 
Você também mudou muito, só não mudou a carcaça,
 hoje somos outros dois seres humanos 
com talentos exatamente iguais 
e iguais até na nossa própria história! 
Nos odiamos unilateralmente 
porém odiamos apenas no outro aquele amor 
que mesmo querendo que não seja recíproco acaba sendo, 
ainda que naquele subconsciente 
interno de nossos pensamentos enrustidos 
dentro de nossas mentes 
e pensando em chegar ao infinito 
apenas para estar longe um do outro eternamente! 
O fogo que ainda que metafórico e gélido
 nos queima docemente, doce mais tão doce quanto aquele seu perfume!
 Perfume que mesmo exalando dentro de minha mente 
me torna capaz, me torna voraz e me torna sagaz ao ponto de eu me perguntar
 seu prefiro ter você longe na minha paz? 
Ou ter você perto dentro de minha guerra? 
Individualista mais mais imensamente humanista e realista, 
e quando me aproximo do real, meu sonho se transforma tão banal 
que eu me levanto de noite tomo meu vinho e volto a dormir!

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