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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Sol de diamante!



Como tudo que antecede o crepúsculo, 
Como o bicho da seda escondido no casulo.
Como a vida entre o agora e o antes!
Vejo o Sol tinindo como um diamante.

O futuro agindo da mesma forma que o passado?
Afinal de contas isso não estaria errado?
Tão errado quanto absurdo,
Ainda que não seja junho mais sim novembro ou outubro.
Tudo é válido, menos a vaidade.
Já que ela obscurece a realidade,
Transformando-a em falsidade!

Os meses passam dentro da mente,
O fim da tarde dura eternamente?
Certamente mesmo viajando nessa luz.
Que me mostra que a felicidade apenas uma vez reluz!

O fim sempre é doloroso e inescrupuloso.
Mas o começo é algo precioso!
O brilho transcende da alma,
Dentro de um peito que nunca se acalma!

A tarde brilha sobre o mar,
O pescador nos conta como aprender a amar!
As ondas vão e voltam,
As pessoas simplesmente amam!

O tempo passa lentamente,
Como a morte que vem depois do beijo da serpente.
A serpente que nos dá o doce veneno da paixão,
Que mata a mente e dá vida ao coração!

Ainda que de noite, tenha uma tormenta.
Ninguém aqui se lamenta!
Pois Deus não criou o coração,
Para sofrer por antecipação!

Deus criou para nós o mundo,
Viveremos então cada segundo!
Sem nenhuma preocupação,
Para que amanhã não possamos reclamar que aqui vivemos em vão!

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